0800-600-9595 / 3025-9595


Serviços
SPC
SPC
COB Online
COB Online
Certificado Dig
Certificado Digital


Notícias
Noticia Curso EAD III
Balanço comercial de Maringá soma US$ 1,467 bi no ano

Em agosto a balança comercial de Maringá somou US$ 234,38 milhões, alta de 15,5% em relação ao mesmo mês do ano passado e queda de 9,2% em relaç&atil

Noticia Curso EAD III
Com decreto municipal, Maringá Liquida é estendida para sábado

    Desde a última terça-feira os consumidores estão tendo a oportunidade de comprar no comércio de Maringá com descontos especiais. É que e

Noticia Curso EAD III
Destaque GPTW & ACIM 2020

    Pelo terceiro ano consecutivo, a GPTW e parceira da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) numa pesquisa de clima organizacional voltada para e



Cursos
Presencial
Facebook, Instagram e Whatsapp - A Tríade do Varejo Digital


Presencial
Princípios da PNL - Programação Neurolinguística



Banner


Eventos
Maringá Liquida
Maringá Liquida
Aniversário do Empreender
Aniversário do Empreender
Prêmio ACIM Mulher
Prêmio ACIM Mulher


Empreender
Imagem

MISSÃO:

Promover a transformação das empresas e empreendedores por meio do associativismo....



Institucional
Imagem

QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com mais de 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias ...



QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com mais de 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

...

Imagem de exemplo genérica


Notícias
Em sistema drive, jantar solidário da ACIM Mulher levantará recursos para instituto
Em sistema drive, jantar solidário da ACIM Mulher levantará recursos para instituto

Depois de ‘viagens gastronômicas’ para Veneza, Paris, Argentina e no universo sertanejo, o destino do projeto ‘assim se ama, ACIM se abraça’ será um drive-in. E desta vez os ingredientes para o jantar vem de uma forma especial. É que com o distanciamento social, as conselheiras da ACIM Mulher, o conselho de mulheres empresárias e executivas da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), estão comercializando uma cesta de dar água na boca em que o comprador vai finalizar o preparo de uma massa em casa, regado a um bom espumante. Ao custo de R$ 145, a cesta é composta por champanheira, espumante, massa, molho, queijo ralado, manjericão e uma receita fácil de preparar, que serve duas pessoas ou mais. Os recursos da ação solidária serão destinados aos projetos do Instituto ACIM, que assessora empresas e entidades e tem o trabalho focado na responsabilidade socioambiental, por meio de incentivo a projetos, renúncia fiscal.

Líder é um potencializador da capacidade de evolução
Líder é um potencializador da capacidade de evolução

Desenvolver pessoas e guiá-las em uma jornada profissional com propósito. Este é o desafio de quem ocupa cargos de gestão e liderança, de acordo com o professor Marcelo Masini Melo, dono de uma extensa carreira executiva e acadêmica na área de Gestão e Tecnologia em Sistemas Produtivos. “Liderar é usar as habilidades para desenvolver pessoas e fazer com que elas compreendam seu papel e se comprometam com a empresa, independentemente das relações ocorrerem em ambiente presencial ou a distância”, assegura o profissional, ao comentar a nova rotina de trabalho de empresas e profissionais neste período de pandemia. Professor da Franklincovey e sócio da MMM Desenvolvimento e Assessoria Organizacional, Melo conversou com a Revista ACIM e elencou as características imprescindíveis a um líder. Falou ainda sobre inovação, projetos para melhorar a performance organizacional e a necessidade de indicadores para as pequenas empresas:   Qual é o grande desafio de liderar em período de pandemia? Estamos vivendo uma transformação imensa neste universo de liderar a distância e num ambiente virtual. Mas o grande desafio não tem a ver com a distância ou o virtual, e sim com as habilidades, as competências, a mentalidade e as ferramentas que usamos neste universo, que exige novas ações e principalmente um posicionamento diferente. É diferente a forma de interação e o nível de confiança. Como não estou vendo a pessoa, há o questionamento se isso vai impactar no resultado do trabalho. Na maioria das vezes sabemos que o controle a distância não prejudica a produtividade. Daí a importância de estimular a equipe, ajudar na sua evolução e em criar um ambiente no qual as pessoas entendam o quanto a sua contribuição é útil ao resultado e se comprometam com a empresa. Também é importante lembrar que os funcionários remotos precisam de tecnologia, ferramentas e softwares no ambiente doméstico. Acredito que o modelo de trabalho virtual vai trazer inovações imensas no processo de construção de confiança, exigência de nova postura e engajamento. Até pouco tempo era uma obrigação exclusiva das companhias atuar no desenvolvimento profissional, agora passa a ser uma obrigação do líder incentivar os seus liderados neste ponto. Trata-se de um grande desafio da liderança para manter os resultados, porém ouso dizer que em alguns casos o resultado será melhor do que no presencial. E como ser um líder coach? Ele precisa conhecer a si mesmo. Se não tiver o domínio das suas ações e o conhecimento do impacto delas, a possibilidade de ajudar os liderados a liberar o seu potencial é muito pequena. Por exemplo, não dá para esperar que um líder com a postura da era industrial, do modelo ‘faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço’, engaje as pessoas. Estamos numa sociedade em que as pessoas precisam sentir que o líder é um potencializador da sua capacidade de evolução. O papel do líder coach é questionar, ouvir e incentivar. Um dos erros que o líder não pode cometer é fazer pelas pessoas aquilo que elas deveriam fazer por si mesmas. Inexperiência em gestão é possível de ser superada? Caso implique em falta de resultados, a forma mais simples e justa de solucionar a inexperiência é um projeto de gestão para desenvolver essa pessoa. Buscar uma mentoria para que ela possa aprender, evoluir e compreender o seu papel no dia a dia. Gestão e liderança ninguém nasce sabendo, são processos de desenvolvimento. Todos podem ser líderes se realmente se dedicarem e quiserem, porque também há a questão de se as pessoas estão satisfeitas na posição que ocupam. Precisa-se proporcionar aos gestores inexperientes a capacidade de evolução, e a responsabilidade disso é exclusivamente do líder. A arte de liderar está em colocar as pessoas certas no ônibus e depois achar o lugar certo para elas. Quais são os erros comuns de um líder? O líder precisa entender a dimensão da sua responsabilidade no ambiente organizacional, ou seja, precisa saber o que se espera dele. Da mesma forma, ao conversar com seus liderados, ele deve deixar claro o que espera deles a partir das condições de trabalho proporcionadas. Cabe ao líder conquistar os liderados e motivar seu engajamento. Mas não é mandando, manipulando ou tornando simplória as coisas complexas. Liderar significa trabalhar com gente. Quem não gosta de gente, não vai liderar. Como manter equipes motivadas na pandemia? Envolvendo e dando voz às pessoas. Não jogando em cima delas volumes absurdos de trabalho sem antes identificar suas capacidades para entregá-lo. Não é o controle a distância que funciona, é a comunicação online robusta e a capacidade de gerar um plano visível de colaboração que darão resultado. Envolver as pessoas a distância não é tão complexo assim. Hoje temos ferramentas incríveis para fazer reuniões remotas e promover uma conexão e interação até maior do que no presencial em termos de eficácia. Pequenas empresas também precisam de indicadores de performance? Não dá para uma pequena empresa pensar em evoluir sem ter indicadores. O indicador básico é o controle de caixa. Saber o que entra e o que sai, o que tenho para receber, o que tenho que pagar, o que tenho para investir. Não dá para contar jamais com o dinheiro que um dia vai entrar. Aquelas que na pandemia contavam com o dinheiro futuro, não existem mais. A segunda coisa é conhecer a margem em profundidade. Ou seja, o que ganho, quanto custa, quanto preciso ganhar. Entender as variáveis de custo fixo e variável. Tem que entender sobre velocidade, e nisso me refiro ao estoque. Hoje existem ferramentas boas, com custos acessíveis para usar. Também preciso saber qual o crescimento almejado. Preciso ter indicadores de cliente, saber o quanto ele está satisfeito e o valor que dá ao meu negócio.   Como as pequenas empresas podem criar um ambiente que estimula a inovação? Não impedindo que a inovação aconteça. Para tanto deve-se evitar o ambiente de comando e controle, do eu mando e você obedece, sou o chefe e você, subordinado. Quando chama para si a capacidade de fazer pelo fato de ter construído o que construiu, a inovação jamais vai acontecer pelo desempenho das outras pessoas. Até existem pessoas incríveis que superam os processos internos porque são inconformadas por natureza. Essas pessoas são especiais, mas são poucas perto do universo que trabalhamos. Não se deve criar processos que atrapalhem a evolução das pessoas. Inovação não acontece simplesmente porque estou pedindo, acontece quando há condições favoráveis. Não dá para ter uma política que exige que tudo seja consultado e informado, e de repente olhar para as pessoas e dizer: você tem que inovar. Pessoas cumprem à risca o que foi mandado para não serem penalizadas porque esta é a cultura. E aí não há espaço para inovação. Os consultores têm falado em soft skills. O que são essas chamadas habilidades comportamentais? Quando falamos em desenvolvimento, não existe um ponto de chegada, existem pontos de evolução. Por isso, a habilidade número um é a aprendizagem, é a capacidade de aprender e renovar conhecimento e atitudes em ciclos frequentes e contínuos. Outro ponto fundamental é a capacidade de entender e assumir a responsabilidade que suas escolhas são as únicas responsáveis pelo resultado. É preciso construir relações por meio da geração de empatia e da habilidade de adaptação ao mundo, bem como de cooperar e comunicar de forma honesta e respeitosa. Para isso, temos usado muito a questão da curadoria, que é a capacidade de identificar as informações, gerando experiência e conhecimentos mais relevantes e estratégicos para o desenvolvimento do profissional. Em resumo, soft skills é a habilidade de viver com gente, a capacidade de ajudar os outros a entregar o seu melhor. E onde tudo isso começa? Em você. Porque se você não prestar a atenção e achar que as pessoas têm que realizar as coisas por obrigação, que liderança está fazendo? Elas podem chegar lá, mas alguém tem que ser o puxador da fila, este é o papel do líder. Importante destacar que o sucesso do líder depende da sua capacidade de desenvolver seus liderados, já que o resultado depende da entrega deles. As habilidades que levavam você como colaborador individual a ter sucesso não são nem perto as mesmas necessárias para liderar.  

A reinvenção para sobreviver
A reinvenção para sobreviver

Diante da queda de público e faturamento, empreendedores oferecem, com agilidade, novas formas de consumo, e sobram boas ideias, como clube de assinatura de pizza e compra de violões a preço simbólico ofertada por uma escola de música   Consultores de gestão apregoam a importância da reinvenção do negócio. Na prática, empreendedores precisam ser ágeis para implantar mudanças em meio a uma pandemia e criar formas das pessoas consumirem seus produtos e serviços. Fácil não é, mas também não é impossível. Que o digam as irmãs Talita Lopes e Natasha Lopes, que da noite para o dia viram o faturamento da Black Heels despencar para quase zero no início da pandemia. Especializada em produtos de maquiagem, a empresa foi fortemente impactada pela suspensão das atividades do setor de festas e eventos, um dos mais afetados pelo isolamento social. “No primeiro mês da pandemia o faturamento da loja foi quase a zero e nos meses seguintes não chegou a um terço do necessário para cobrir os custos. Fomos muito impactadas, principalmente porque, sem eventos presenciais, os maquiadores praticamente pararam as atividades”, desabafa Talita. De acordo com pesquisa divulgada pelo Sebrae em abril, 88% dos micro e pequenos empresários do Paraná tiveram diminuição do faturamento por causa dos reflexos da crise causada pelo novo coronavírus. Mais da metade registrou queda mensal superior a 50%. No caso das irmãs Lopes, o jeito foi recorrer à criatividade para seguir com a missão de transmitir boas sensações por meio da autoestima e beleza. “Nossa ideia não é vender o produto, mas mostrar às pessoas o quanto é gostoso e fácil cuidar da imagem no dia a dia. Priorizamos um atendimento diferenciado, indicando produtos de uma maneira personalizada”, diz a empresária. Além da variedade de marcas nacionais e internacionais, a Black Heels, que tem sete anos, destaca-se pelo protagonismo na criação do primeiro co-beauty de Maringá, um espaço destinado aos profissionais da beleza, a custos baixos, para a realização de produções, atendimentos, cursos ou treinamentos. Lá também acontecem cursos vips de automaquiagem, testes de temperatura e coloração da pele, workshops de autoimagem e produções. “Essa ideia surgiu para darmos suporte aos maquiadores e fidelizarmos o público”, explica Talita. Aliás, o contato próximo com a clientela, em especial com as integrantes do Clube Black de Maquiadores, está entre as estratégias adotadas pelas irmãs para reerguer o faturamento. Outra foi a aceleração do projeto de vendas online, trocando o sistema para um omnichannel, para marcar presença em marketplaces. Para tanto, elas contaram com a ajuda de assessoria especializada no ramo. “Hoje nosso principal meio de faturamento é online”, conta Talita. As empreendedoras também transferiram para o universo online alguns serviços, a exemplo do curso ‘Como dar curso de automaquiagem’. E foi da internet que veio a inspiração para o pacote de maquiagem com fotos profissionais, ofertado por meio de uma parceria com Vidal Balielo Junior. “Com essa parceria conseguimos valores acessíveis. Empresários e usuários de mídias sociais estão aderindo ao serviço para renovar as fotos de uma maneira moderna para divulgações”, comemora a empresária. O próximo passo é inovar explorando mais o conhecimento da irmã e sócia em relação à colorimetria e visagismo. Além de maquiadora, Natasha é especialista nessas áreas que utilizam as cores e linhas na maquiagem como ferramentas para valorizar a beleza de cada rosto.   Clube de assinatura e kits O casal Aline Garcia e Clayton Adami colocou em prática diferentes e criativas estratégias para manter o fluxo de caixa e a equipe de colaboradores da La Piccola Pizzaria. No mercado desde abril de 2009, a pizzaria conhecida pelo cardápio gourmet e ambiente intimista viu o tíquete médio despencar cerca de 80% com a impossibilidade do atendimento presencial. Foram 57 dias atendendo apenas por delivery. “O impacto maior não foi no número de pizzas, mas nos acompanhamentos. Porque quando o cliente vem aqui, além de saborear a pizza, ele bebe vinho, coquetel ou cafezinho. Experimenta uma sobremesa”, explica Aline. A solução para equilibrar as contas e capitalizar o negócio foi recorrer ao modelo de clube de assinatura. E o retorno foi acima do esperado. Em poucos dias o La Piccola Club Gourmet contava com 50 adesões. Os planos semestrais ou anuais, nos valores de R$ 330 e R$ 600 à vista, garantem pizzas exclusivas mensais aos assinantes. “São pizzas especiais que no cardápio custam mais de R$ 70. Em uma das edições fizemos salmão com molho meunière”, conta a empresária, acrescentando que o assinante tem a opção de retirar o pedido no balcão ou consumir no local. E por falar em cardápio, são mais de cem opções, todas receitas próprias do casal e preparadas com produtos preferencialmente da horta orgânica mantida na pizzaria. “Temos como bandeira a sustentabilidade, então as ervas e temperos são produzidos na nossa horta”. Sustentabilidade, aliás, é o diferencial do kit de coquetéis criado pelo casal. No gim box ‘mais ecológico’ do mercado, como faz questão de destacar Aline, a bebida vai acompanhada de dosador, colheres e pinças para o preparo dos drinks. O detalhe é que os acessórios são confeccionados com bambu, mesmo material dos canudos ecológicos disponibilizados aos clientes. O kit de coquetéis, no entanto, não foi o único produto lançado durante a pandemia para reforçar as finanças da empresa. Depois vieram a caixa de temperos e a caixa de biscoitos amanteigados, esta última uma receita de família. “É minha mãe quem me ajuda na fabricação”, explica. O detalhe é que as bolachas são delicadamente decoradas com flores naturais comestíveis e vão acompanhadas de uma geleia artesanal. “São boas opções de presente e têm ajudado a aumentar o tíquete médio”, ressalta. Outra contribuição importante vem das filhas do casal. Com as aulas presenciais suspensas, Aynara, 13 anos, e Valentina, 8 anos, têm ficado mais tempo na pizzaria e aproveitado o período ‘ocioso’ para personalizar as embalagens da La Piccola com desenhos e recadinhos para os clientes. “Essa ação das meninas repercutiu muito. Agradecidos pelo carinho, os clientes acabam postando as embalagens nas redes sociais, o que dá visibilidade à pizzaria”, finaliza a empresária, confiante em dias melhores.   Foco no delivery Quando inaugurou, em março de 2019, o foco da Jon Pizza Co. era o atendimento presencial. Era no badalado salão da pizzaria, confortavelmente acomodados, que os clientes se deliciavam com as saborosas pizzas artesanais doces e salgadas. “O produto e os processos são artesanais e complexos. Focávamos no salão para garantir a entrega com 100% de qualidade”, justifica o empresário Jonathan Yu Yamaue, que é o criador das receitas. Apaixonado por pizza desde a infância, Jon decidiu transformar a paixão em negócio. O pontapé foi em 2012, quando estava na faculdade e elaborou um plano de negócio de uma pizzaria com modelo diferenciado. Para tanto, buscou inspiração fora. Foram várias viagens para Estados Unidos e Europa à procura de sabores e técnicas ainda inéditas no Brasil. “Aprendi a fazer pizza em casa e realizei milhares de testes até chegar à receita atual. Foram várias rodadas de pizzas para amigos na sacada do meu apartamento, usando um forno de churrasqueira adaptado de alta temperatura”, recorda. O resultado são pizzas artesanais e individuais, em média de 25 centímetros, feitas com massa de longa fermentação que rapidamente conquistaram o paladar dos maringaenses. Não demorou para que o endereço na avenida Horácio Raccanello Filho, 4825, se tornasse referência. Mas aí veio a pandemia e o empresário viu o salão esvaziar. Obrigado a fechar as portas por um período e se adaptar às regras dos decretos municipais, ele precisou mudar a estratégia do negócio. O foco que era 90% no presencial passou a ser 100% no delivery ou retirada no balcão. A entrega, que antes era feita por aplicativos, teve que ser reforçada com a oferta de serviço próprio. O isolamento social elevou as vendas em 30% em média. Nos finais de semana a alta chega a quase 80%. O público é, na maioria, famílias que têm a opção de cada um escolher seu sabor preferido, já que a pizza é individual. São 14 sabores salgados e dois doces. Para atender à crescente demanda, foi preciso investir em um forno que tem quase o dobro do tamanho do antigo, na ampliação da estrutura e na contratação de colaboradores. “Com o aumento inesperado de pedidos, tivemos que aumentar a capacidade de produção para melhorar o atendimento e diminuir os atrasos na entrega. Por ser artesanal, produzimos o pedido minutos antes de sair para a entrega para garantir a qualidade”. Para fazer os investimentos, o empresário recorreu a um financiamento avalizado pela Noroeste Garantias. “Não estávamos preparados para investir na pizzaria atual porque estávamos concluindo a execução do nosso projeto de expansão”, conta Yamaue, referindo-se à unidade de Londrina, prevista para ser inaugurada neste mês. Também estão nos planos a retomada do atendimento presencial para que os clientes, os antigos e novos, possam redescobrir a satisfação de saborear uma pizza direto do forno para a mesa.   Música para os ouvidos Aos poucos a música vai tomando conta do ambiente novamente. Os sons que ecoam pelos corredores e salas da ADM Academia de Música são os mais variados: do piano ao teclado, passando pelo violino, saxofone e flauta doce até violão e a viola. Tem também guitarra, contrabaixo e bateria. A eles se juntam a animação da sanfona e do ukulele. Não há música melhor para os ouvidos do músico e educador musical Osmar Pereira, um dos sócios da escola de música inaugurada em 2017, juntamente a Rogério Fernandes, com apoio e gestão de Daiane Cortones e Fernanda Rodrigues. Em especial depois de um período de silêncio total, imposto pelos decretos municipais, que fez o faturamento da escola cair significativamente. “Tivemos redução da grade de atendimento e do quadro de colaboradores, limitação de permanência de pessoas nos nossos espaços, além da suspensão das aulas em grupo, modificação do calendário escolar e cancelamento de eventos”, lamenta Pereira. Felizmente, já há motivos para comemorar. Depois de desistências, o número de alunos está próximo dos aproximadamente 450 que a escola tinha antes da pandemia. Muitos vieram atraídos pelas campanhas promocionais realizadas pela escola, como a de descontos no ato da matrícula para qualquer curso e principalmente a que viabilizou a compra de violões a preços simbólicos. As aulas de violão popular, aliás, estão entre as mais concorridas ao lado das de teclado, piano e bateria. Também é grande a procura pelas atividades de técnica vocal e musicalização infantil – a escola atende alunos de todas as faixas etárias, até bebês, e conta com 20 colaboradores. Além das campanhas promocionais, a implantação de aulas online repercutiu positivamente, apesar das barreiras iniciais. Pereira cita a dificuldade de manter a excelência da aula presencial no ensino remoto e a falta de habilidade de alguns com a tecnologia, mas ressalta a necessidade de adaptação. “É fato que a influência da tecnologia vai acelerar nos próximos anos”. Prova disso foi o sucesso das campanhas de divulgação e das lives realizadas por meio de plataformas digitais. “Nas apresentações, com a participação dos professores e alunos, conseguimos divulgar os nossos módulos de ensino”, comemora. Pereira cita outros pontos importantes para a retomada do negócio, entre elas as ações conjuntas organizadas pelo Núcleo Setorial das Escolas de Música de Maringá (Núsica), do programa Empreender da ACIM, do qual é conselheiro e integrante. Por enquanto, o atendimento segue o modelo híbrido, com parte dos alunos presenciais e o restante no ensino remoto. Até porque as aulas foram retomadas na sede que fica na avenida Mandacaru. Nos espaços anexos aos parceiros Colégio Santa Cruz, Colégio Regina Mundi e Escola Criarte continuam suspensas. E em breve a ADM contará com nova unidade, que funcionará em um espaço de 600 metros quadrados no centro. “Estamos nos preparando para a inauguração. Almejamos melhorar o nosso serviço e continuar entregando acima de tudo bem-estar e música para a vida das pessoas”, finaliza.    


ACIM - ASSOC. COM. E EMPRESARIAL DE MARINGÁ, CNPJ 79.129.532/0001-83, RUA BASÍLIO SALTCHUCK, 388 CEP 87.013-190 CENTRO - MARINGÁ PR