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No dia 26 de novembro de 2020 (quinta-feira), às 09h30, acontecerá a posse da nova Diretoria da SER/Observatório Social de Maringá, entidade da sociedade civil maringaen

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Em reunião na ACIM, prefeito anuncia mudança da matriz de risco e novas medidas contra Covid

A falta de leitos hospitalares, UTIs sobrecarregadas e o alto número de casos de coronavírus em Maringá e região motivaram reunião realizada nesta terça-fe

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ACIM se reúne com representantes do sistema de saúde pública e privada

A alta no número de casos de coronavírus e a elevação da taxa de ocupação hospitalar foram assuntos de uma reunião realizada nesta quinta-feira na s



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Promover a transformação das empresas e empreendedores por meio do associativismo....



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QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com mais de 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

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Ação inovadora promove negócios para o comércio, em Maringá
Ação inovadora promove negócios para o comércio, em Maringá

Além de ganhar visibilidade do serviço ou produto ofertado, participantes terão acesso a rodadas de negócios com varejistas   Até a próxima terça-feira (10), empreendedores de Maringá e região têm a oportunidade de se cadastrar e integrar o “Portfólio de soluções amigas do comércio”. A ação, uma das estratégias do programa Varejo Inteligente, tem o objetivo de gerar negócios entre fornecedores locais de tecnologias e serviços inovadores com empresas do comércio, que passam por um momento de transformação. Podem se inscrever empresas que ofertam soluções nas categorias: meios de pagamento, ambientes virtuais, e-commerce, engajamento do consumidor, operações, logística, inteligência das coisas, entre outras. Além de ganhar visibilidade da solução, por meio dos canais dos realizadores do Programa Varejo Inteligente, os participantes terão acesso a rodadas de negócios constantes com varejistas, a partir de 2 de dezembro, com o lançamento do portfólio. O material será permanente, passando por atualizações periódicas. “Essa ação é como um mapeamento de fornecedores que podem resolver necessidades dos comerciantes. A intenção é fazer a economia local girar, aproximando quem oferece soluções de quem precisa delas”, diz Erica Sanches, consultora do Sebrae/PR, instituição que coordena o trabalho. As empresas inscritas serão submetidas a uma avaliação do Sebrae/PR. Segundo Erica, será analisada a jornada do cliente dentro da solução. Todas as empresas, aprovadas e não aprovadas para o portfólio, receberão um diagnóstico com subsídios para aprimorar os produtos ou serviços ofertados. “Vamos verificar se a solução de fato entrega o que propõe. As empresas não aprovadas que fizerem melhorias poderão se inscrever para serem incluídas nas próximas atualizações do portfólio”, explica a consultora.    Varejo Inteligente O Varejo Inteligente, que abriga a inciativa do “Portfólio de soluções amigas do comércio”, é realizado em parceria pelo Sebrae/PR, Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), Prefeitura de Maringá, Sindicato do Comércio Varejista de Maringá (Sivamar) e Sistema Fecomércio. O programa visa engajar empresas e instituições em um Núcleo de Inteligência do Comércio, mapear e conectar soluções de empresas amigas do comércio, movimentar o ecossistema de negócios do comércio, gerando valor agregado por meio de parcerias, e disseminar conhecimento qualificado, tendências e tecnologias para impactar o consumidor.   Inscrições Para fazer parte do portfólio não haverá custo. Já o diagnóstico necessário para a inclusão no material tem valor com 70% de subsídio para as primeiras 30 cadastradas. O link para cadastramento é o https://forms.gle/38nC70l. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3220-3474.

Conhecimento para crescer e inovar
Conhecimento para crescer e inovar

Escola de Negócios substitui Centro de Treinamentos e amplia portfólio; novos espaços para cursos presenciais e EAD e trabalho baseado em atualidade, relevância e praticidade são as apostas para oferecer conhecimento em todos os níveis gerenciais Diante da complexidade dos novos modelos de negócios e gestão, é grande a exigência por aprimoramento e desenvolvimento prático de habilidades e potencialidades. A Escola de Negócios da ACIM chega para substituir o Centro de Treinamentos na tarefa de capacitar os profissionais e incentivar o espírito de inovação e o empreendedorismo no mundo dos negócios. Orientada à formação de lideranças, gestores e colaboradores, a escola é resultado de um processo de reestruturação, idealizado pela ACIM a partir do mapeamento de novas demandas. A diversidade de cursos abrange todo o universo de negócios e gestão, que vai além dos conteúdos operacionais, tais como administração, contabilidade e finanças. “Queremos ampliar os horizontes melhorando habilidades e competências, e oferecendo ferramentas para a criação de soluções inovadoras e diferenciadas. Os cursos operacionais demandados pelas empresas continuam sendo ofertados. Só que agora a grade será incrementada com temas que nos permitem caminhar à frente e antecipar tendências”, explica o vice-presidente da ACIM José Carlos Barbieri. A Escola de Negócios aposta em um modelo de ensino voltado ao aprendizado rápido, com professores renomados e discussão de cases reais. “A ideia é impactar pessoas com conteúdos práticos, atuais e relevantes”, resume Barbieri, acrescentando que a metodologia prioriza cursos rápidos. “Nossa preocupação é o impacto, não a carga horária”. Em média, serão ofertados entre 14 e 20 cursos mensais, com opções a partir de R$ 59. Também há possibilidade de treinamentos in company, voltados para atender às necessidades específicas de uma organização, com conteúdo personalizado e cronograma adequado à disponibilidade da empresa. “O nosso foco sempre será o associado, embora a Escola de Negócios esteja aberta a toda a sociedade interessada em adquirir conhecimento”, reforça o diretor. Modelo híbrido Durante a pandemia do coronavírus, o mundo digital e a tecnologia mostraram o seu potencial e a tendência é que, na educação corporativa, serão exigidos novos formatos, metodologias e parcerias para dar mais sentido e agilidade ao processo de formação. A Escola de Negócios surgiu alinhada à ideia de modelo híbrido, que mescla atividades presenciais e virtuais. Os participantes podem escolher entre cursos presenciais, online/ao vivo e EAD. Na plataforma de Ensino a Distância são cerca de 1,2 mil títulos. Os cursos online, com transmissão em tempo real, são ofertados pela ferramenta Google Meet. Após a inscrição, o link da aula é enviado ao participante no primeiro dia do curso. “Esta é uma tendência que veio para ficar”, afirma o vice-presidente da ACIM. Para aqueles que optarem pelo ensino presencial, a Escola de Negócios reserva uma experiência em ambientes modernos e inovadores. Os espaços físicos do antigo Centro de Treinamentos foram reformados e agora contam com suporte tecnológico, sem deixar de lado o conforto. “São salas modernas e acolhedoras”, diz Barbieri. Os frequentadores da Escola de Negócios também têm livre acesso à estrutura do Inovus, laboratório de inovação que utiliza a metodologia design sprint para testar ideias e/ou projetos em poucos dias. O ambiente físico conta com arquibancada e espaços de coworking. Na vanguarda Quando o consultor Adriano Cipriano iniciou a trajetória na ACIM, há quase duas décadas, o cenário era muito diferente. “Minha história com a ACIM é tão antiga que ministrei os primeiros treinamentos na sede da rua Neo Alves Martins”, recorda o especialista em Comunicação e Neurovendas. De lá para cá, foram inúmeras as mudanças, a começar pelo endereço da Associação Comercial. Hoje a ‘casa do empreendedor’ maringaense fica em um prédio recém-reformado na rua Vereador Basílio Sautchuk. Outro ponto relevante diz respeito às transformações no mercado corporativo. E é justamente para se adaptar a este novo cenário que a ACIM acaba de implantar a Escola de Negócios. Iniciativa que, segundo Cipriano, coloca a Associação na vanguarda quando o assunto é treinamento e desenvolvimento empresarial. “A sociedade e as formas de fazer negócios e interagir vêm sofrendo alterações importantes nos últimos anos, e a chegada da pandemia antecipou uma série de tendências. Ao estruturar a Escola de Negócios, a ACIM entrega o que é necessário para as pessoas e empresas, demonstrando uma perfeita sintonia entre aquilo que o mercado precisa”, afirma o consultor, em referência ao tripé atual, prático e relevante. Para Cipriano, ao oferecer novos conhecimentos e práticas, a escola contribui para a melhoria na qualidade do empresariado e profissional maringaense. Ele também vê a possibilidade de impactos na economia local por meio da geração de novos negócios, postos de trabalho e renda. Em relação à concorrência com empresas e consultorias de grandes centros – parcerias desejadas pela ACIM -, o consultor classifica como saudável. “Isso acaba promovendo uma melhoria nos consultores e instrutores maringaenses, que vão procurar se desenvolver para não ficar devendo nada para os ‘forasteiros’. No meu caso, posso dizer que será interessante, uma vez que também atuo com consultoria e treinamentos em grandes centros como Curitiba e São Paulo”. Embora tenha por hábito a atualização dos conteúdos, uma vez que o compromisso é entregar o melhor curso aos clientes e associados da ACIM, o consultor realizou ajustes para atender ao novo formato da Escola de Negócios. Sua área contempla cursos de Qualidade no Atendimento, Vendas, Neurovendas e Comunicação. Os novos espaços físicos também recebem elogios do consultor. Modernos, eles possibilitam ministrar treinamentos com a utilização de ações e dinâmicas que ajudam na fixação dos conteúdos. “Ao mudar os espaços e investir em tecnologia, a ACIM traz os treinamentos para uma linguagem atual e interativa com os alunos. Essa interatividade gera melhor compreensão dos temas trabalhados”, conclui. Educação e inovação ‘Fazer para aprender’ em vez de ‘aprender para fazer’. Este pensamento tem norteado a atuação da AAA Inovação, desde 2017, na missão de transmitir educação e informação às cerca de 150 mil pessoas com quem ‘conversa’ mensalmente por meio da sua base de e-mails, mídias sociais, plataforma e eventos presenciais. São empreendedores, empresários e profissionais com sede por inovação e resultados. “Lifelong learning é a expressão da nova educação. Não existe mais a opção de pararmos no tempo, pois as mudanças nos engolem, e rápido. A educação é talvez o principal fator transformador em nível global, mas as empresas e profissionais esquecem disso em suas trajetórias. Não existe a menor possibilidade de qualquer profissional que queira se manter no mercado não pensar em sua educação”, avalia o CEO da AAA Inovação, Lucas Lima. Neste cenário, a missão da AAA Inovação tem sido encontrar as maiores tendências, ler cenários, entender metodologias e práticas, para auxiliar profissionais e empresas a se desenvolver para que estejam à frente em seu mercado. Ao se unir à Escola de Negócios da ACIM, a empresa assume o compromisso de ajudar a traduzir para os maringaenses a complexidade de um mundo em transformação, bem como tornar palpável e prático o ‘o que fazer’ neste processo, visando a mudanças comportamentais, tecnológicas e de mercado. Para tanto, aposta na autoridade do seu quadro de facilitadores e palestrantes e na profundidade com que abordam cada temática. “A parceria é resultado de uma demanda dos associados e colaboradores por inovação e educação corporativa. Nossos propósitos são parecidos e buscam levar resultados relevantes para as empresas, de forma a gerar vantagem competitiva e escala para os empresários maringaenses”, afirma o CEO. A Escola de Negócios e a AAA Inovação também partilham da mesma opinião sobre o tripé atualidade, relevância e praticidade. “Muitas iniciativas de educação não conseguem abraçar os três. E é uma dificuldade conseguir saber o que é atual e permanecerá relevante. Nosso papel como organizações de educação é, inclusive, auxiliar na distinção entre sinal ou ruído ou, se preferir, entre o que é somente atual e o que é atual e relevante”. Com sede em Curitiba, a AAA Inovação conta com 12 workshops principais, mais de 500 aulas em sua plataforma e pelo menos 15 temáticas de palestras. Todos os clientes são tratados de forma consultiva, por isso os conteúdos são desenvolvidos e adaptados às necessidades. Na Escola de Negócios não será diferente. Os formatos dos treinamentos serão feitos de acordo com o que melhor impactar o aluno, respeitando as medidas sanitárias e as restrições vigentes. Neste início, a ideia é tratar temáticas como Transformação digital, Nova Economia, A nova liderança, Métodos ágeis, Pensamento inovador e Cultura da inovação. Rumo ao sucesso A Speed Cursos é outra marca que traz seu know-how para a Escola de Negócios. Idealizada há quatro anos para transmitir conhecimento de forma rápida e eficaz, a metodologia da empresa especializada em cursos e treinamentos se encaixa no conceito da escola. “O intuito é adquirir conhecimento e já conseguir colocá-lo em prática. Por isso, precisamos de algo instantâneo e didático, que possa ser absorvido rapidamente e implementado no dia a dia”, explica empresário Carlos Nunes, idealizador da Speed Cursos ao lado do sócio Mateus Lippi. Não à toa Nunes destaca os três pilares da Escola de Negócios – atualidade, relevância e praticidade – como fundamentais para a aquisição de conhecimento e desenvolvimento profissional. “Conteúdo por conteúdo se acha em qualquer lugar. Conteúdo que acrescenta e faz a diferença exige profissionais capacitados”. Por isso, os treinamentos adquiridos ou licenciados para a plataforma da Speed têm como professores ou tutores profissionais que atendam a três critérios: domínio de conteúdo, domínio de palco e currículo. Os dois primeiros dizem respeito ao conhecimento e habilidade para repassar o conteúdo, enquanto o currículo está atrelado à trajetória. O grande diferencial da marca, de acordo com o empresário, é o sistema inteligente para identificar ‘gaps’ de competências. O sistema faz o mapeamento dos pontos positivos e negativos dos alunos e sugere outros treinamentos para melhorar e desenvolver habilidades. O portfólio da empresa conta com cerca de 1,2 mil cursos de mais de 40 áreas focados, principalmente, em treinamento de vendas, gestão, liderança, logística, competências de RH e administrativo. Mas não é só isso. Lazer e entretenimento também estão entre as opções. Na Speed é possível, por exemplo, aprender como falar em público ou se tornar um churrasqueiro ou confeiteiro. “Nosso público é formado por pessoas que querem se aperfeiçoar, ter um currículo melhor e estão interessadas em alcançar o sucesso por meio do conhecimento. Quanto mais capacitados são o gestor e o colaborador, quanto mais entendem sobre produtos, técnicas de venda, gestão e liderança, maior retorno a empresa terá”, assegura o empresário. Na condição de parceiro, Nunes acredita que a Escola de Negócios deve impactar o mercado maringaense de forma expressiva dada à metodologia escalável de treinamento, proporcionando conhecimento rápido e atualizado. “Acreditamos na Escola de Negócios para levar o conhecimento e as estratégias certas para o mercado e para as empresas. É um conceito moderno colocado em prática por meio de uma plataforma didática e premium no setor de EAD. Sem falar nos ambientes físicos tecnológicos que estimulam o aprendizado”, conclui o empresário.

Um ambiente sadio para as gerações Y e Z
Um ambiente sadio para as gerações Y e Z

Conhecer potencialidades e limitações de cada geração é o caminho para aparar arestas e focar em resultados   Quando terminou a graduação em Química, Ana Paula Bonini, hoje com 35 anos, chegou ao mercado de trabalho cheia de vontade de fazer a carreira decolar. Com foco em atuar na indústria, o primeiro emprego foi em uma usina de cana-de-açúcar, onde fazia análises de controle de qualidade. Foram quatro anos desempenhando a função, mas o trabalho não lhe trazia satisfação. “Saímos da faculdade com a crença de que vamos conseguir executar o trabalho da forma como aprendemos e acreditamos, mas, de imediato, acaba sendo uma ilusão”, diz. Disposta a dar outro rumo à vida profissional e encontrar uma ocupação menos mecânica, Ana Paula pediu demissão e retornou para a universidade para cursar outra graduação, Engenharia de Produção. Não demorou até que ela estivesse novamente empregada, desta vez na indústria de confecção, onde fazia planejamento e controle de produção. O trabalho mecânico da experiência anterior foi substituído por um ambiente dinâmico, mas ainda faltava algo para Ana Paula se sentir realizada com o trabalho. Ao longo da trajetória, ela ainda atuou em um núcleo de pesquisas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), mas o contrato era temporário. Quando começou a pandemia, ela teve o contrato de estágio obrigatório da segunda graduação suspenso e decidiu dar outro rumo à carreira. “Por muito tempo tive o sentimento de gastar energia em algo que não condizia com a minha essência, que estava distante daquilo que acreditava. Queria a liberdade de tomar decisões, criar e me dedicar a algo que contribuísse com o mundo e com o meio ambiente”, diz. Foi organizando as ideias e listando possibilidades que nasceu a Natunabarra Saboaria Artesanal. “Busquei algo que estivesse alinhado aos princípios que acredito: consumo consciente, uso de insumos naturais e respeito ao meio ambiente”, diz. Com o conhecimento adquirido ao longo da trajetória e pouco investimento, Ana Paula criou três produtos, que estão em fase de testes. “São três sabonetes, todos com óleos essenciais, vegetais e extravirgem, além de manteigas naturais”.   Em busca de propósito A trajetória da Ana Paula reflete parte dos anseios das gerações jovens em relação ao mercado de trabalho. De acordo com o consultor empresarial J. Rodolfo Grou, a geração Y (ou millennials), que compreende os nascidos entre 1980 e 1995 e têm entre 25 e 40 anos, busca um propósito no trabalho que executa. “Em geral, são profissionais que chegam ao mercado com boa formação, pois tiveram oportunidade de estudar e se preparar, também valorizam a qualidade de vida, a flexibilidade, buscam inovação e são focados em resultados rápidos”, diz. Outro ponto positivo da geração Y é que os profissionais valorizam o compartilhamento e o debate e sabem que o crescimento vem por meio da entrega de resultados. Por outro lado, segundo o consultor, parte dos profissionais da geração Y e também da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010 - com menos de 25 anos) tem dificuldade de ouvir ‘não’ e respeitar hierarquias, isso, em geral, é consequência de uma criação permissiva e com poucas frustrações, já que algumas famílias optaram por dar aos filhos aquilo que não tiveram. “Essas características muitas vezes refletem no desempenho profissional. Alguns acreditam que só pelo fato de terem estudado e se formado merecem cargos e salários altos”. As gerações jovens também apresentam falta de resiliência e maturidade. “Para alguns, uma cobrança por resultado é motivo de choro e de vontade de pedir demissão”, diz. Além disso, alguns são desatentos e exigem que os gestores deixem as funções estratégicas para auxiliá-los em tarefas simples ou a corrigir erros”. Para explorar as potencialidades dessas gerações e promover o desenvolvimento integral que favoreça o indivíduo e a empresa, é preciso adotar ações que busquem valorizar o desempenho e as metas cumpridas, para manter a motivação e estímulo dos colaboradores. Outra atitude importante é deixar claro o que é esperado de cada um. “Mesmo que o gestor pareça repetitivo, é preciso falar e lembrar os detalhes, já que as gerações mais jovens tendem a minimizar a relevância”.   Y e Z de alta performance Aos 31 anos, Eduardo Hikishima comanda uma equipe de 39 colaboradores na Freefaro, empresa que fabrica acessórios para animais de estimação, como coleiras, guias e peitorais. Por lá, a geração Y e Z ocupa quase 90% dos postos de trabalho: são 11 colaboradores da geração Y e 23 da geração Z. O próprio CEO é um millennial, por isso, a cultura organizacional está alinhada ao perfil das equipes. “Somos uma empresa jovem e moderna, e procuramos, por meio de uma gestão aberta e de fácil acesso e comunicação, extrair as potencialidades das gerações jovens”, diz. Segundo Hikishima, a empresa conta com equipe de alta performance e tem baixa rotatividade. Para isso, ele investe diariamente no relacionamento com os colaboradores. “Os mais jovens precisam constantemente saber se estão no caminho certo, por isso, é fundamental que o gestor esteja disposto a dar feedbacks, mas, sobretudo, é preciso lembrar que a formação de uma equipe produtiva começa na contratação”, afirma. Para o CEO, duas características são fundamentais na hora de contratar: competência e disposição. “O grande benefício de investir em jovens com essas qualidades é que a empresa consegue moldá-los e prepará-los para ascender gradativamente”, diz. Ao longo da trajetória, Hikishima percebeu que os mais jovens costumam perder o interesse rapidamente, por isso, três estratégias para manter a equipe motivada é desenvolver ações de recompensa e valorização e também ser flexível. “Na empresa temos o ponto eletrônico, mas se alguém precisar chegar mais tarde ou sair mais cedo, tudo bem, ninguém vai olhar de ‘cara feia’, cada um sabe a carga horária que precisa cumprir e os resultados que deve entregar”. Outra característica, principalmente da geração Z, é a valorização da diversidade e, neste quesito a Freefaro busca criar um ambiente de respeito e tolerância. “Aqui todos têm abertura para se expressar. Tatuagens, religião e orientação sexual não são problemas”.   Sem glamour no início No escritório Medina & Guimarães, que tem sede em Maringá e filiais em Curitiba, Florianópolis e Brasília, as gerações jovens conquistaram espaço com esforço e dedicação. Atualmente a equipe de advogados é formada por 30 profissionais, destes, mais da metade é das gerações Y e Z. De acordo com o sócio José Miguel Garcia Medina, o perfil dos profissionais varia entre os que estão no começo da carreira, com cerca de quatro anos na profissão, passando pelos que cursaram ou estão cursando mestrado ou doutorado, até aqueles que possuem pós-doutorado. “Ainda assim considero que somos um escritório marcadamente jovem”, diz. Também docente no ensino superior, Medina observa que entre alguns paira a ideia de que na advocacia reconhecimento e boas remunerações aparecem automaticamente. “Sobretudo nas redes sociais, há a transmissão da falsa ideia de que logo após tornar-se advogado o glamour que cerca a profissão aparece como num passe de mágica, o que não é verdade”, diz. Segundo ele, na maioria dos casos é preciso bons anos de investimento pessoal para conquistar espaço e ser bem remunerado. O imediatismo é uma das características das gerações jovens e, conforme Medina, também precisa ser trabalhado entre os recém-formados. “A maior parte dos advogados vive dos honorários de cada processo, por isso, as remunerações costumam oscilar. Saber lidar com adversidades e ter paciência são características indispensáveis”, diz. Por fim, o advogado recomenda aos profissionais jovens que busquem desenvolver resiliência. “Estude muito, trabalhe duro, de forma séria e honesta. Se não der tudo certo em determinada área, não permita que esse tropeço faça desanimar ou desistir. Levante e siga em frente. Isso tudo, um dia, será reconhecido”, finaliza.  


ACIM - ASSOC. COM. E EMPRESARIAL DE MARINGÁ, CNPJ 79.129.532/0001-83, RUA BASÍLIO SALTCHUCK, 388 CEP 87.013-190 CENTRO - MARINGÁ PR