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Núcleo de Marketing da ACIM realiza evento gratuito sobre comunicação para empresas

‘O que você precisa para destravar sua comunicação?’, é com esta pergunta que o Núcleo de Marketing, do Programa Empreender da Associação

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De dois cursos a negócio bilionário, a trajetória da Unicesumar

Da sua sala, no sexto andar do prédio da reitoria em Maringá, o reitor Wilson de Matos Silva acompanha, pelas câmeras de segurança projetadas num telão, a moviment

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Preparação para o Natal

Otimistas, lojistas esperam Natal de boas vendas, mas estão sendo impactados pela alta de preços e falta de matéria-prima; cautela é alternativa para medir investime



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Promover a transformação das empresas e empreendedores por meio do associativismo....



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QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com quase 5 mil associados, está sempre em busca de boas idei...



QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com quase 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

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Notícias
Moderna, funcional e à disposição dos associados
Moderna, funcional e à disposição dos associados

Revitalização da sede da ACIM permite a criação de ambientes para inovação, cursos e entidades parceiras; lideranças são homenageadas com nomes dos espaços   Edifício Adilson Emir Santos. Desde 27 de setembro este é o nome do prédio da Associação Comercial em homenagem ao ex-presidente que faleceu em 2017. Outros empresários e lideranças que contribuíram com a história da ACIM ganharam nomes nos novos espaços da sede, depois de uma revitalização de 2 mil metros quadrados. A reforma permite oferecer ambientes para os cursos da Escola de Negócios e uma área dedicada à inovação. É o Inovus, um programa de aceleração de ideias e projetos com o acompanhamento de especialistas e à disposição dos associados. Para marcar a revitalização foi realizada cerimônia para 400 pessoas, entre familiares de homenageados e lideranças como o governador Carlos Massa Ratinho Junior; prefeito Ulisses Maia, secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto; chefe da Casa Civil, Guto Silva; deputados federais Enio Verri e Ricardo Barros; deputados estaduais, vice-prefeito Edson Scabora e vereadores, além de 17 juízes, incluindo o diretor do Fórum Criminal de Maringá, José Cândido Sobrinho, e representantes das forças de segurança. Com apresentação da orquestra filarmônica Unicesumar, a cerimônia teve início com os pronunciamentos. O presidente da ACIM, Michel Felippe Soares, lembrou o quão desafiador foi o início do trabalho da entidade e a importância do associativismo para Maringá. “Temos uma sede à altura dos nossos associados. Os novos espaços permitem não apenas ampliar, como modernizar o trabalho. É uma proposta conectada aos novos modelos de negócios e fizemos questão de homenagear quem nos antecedeu. Vamos continuar participando do desenvolvimento da cidade”, completou. Para o presidente da Faciap e do Sebrae Paraná, Fernando Moraes, a ACIM é um exemplo de associativismo, de empreendedorismo e de como aglutinar parceiros. “É um prédio novo e cheirando à inovação”. Já o prefeito Ulisses Maia destacou a participação ativa da sociedade e da ACIM, que se preocupa com o destino da cidade. Em seu discurso, Ratinho Junior destacou que o trabalho da entidade, de apoio ao planejamento do município, serviu de inspiração para o desenvolvimento do Paraná para os próximos 30 anos com a criação do Conselho de Desenvolvimento Empresarial e de Infraestrutura do Paraná. “O poder público não tem uma cultura de planejamento a médio e longo prazos. Maringá, ao contrário disso, trouxe essa inovação ao Brasil e se tornou grande referência em planejamento, graças também à atuação de entidades como a ACIM”, disse. Após o descerramento da placa da gestão 2020-2022, o primeiro ambiente inaugurado foi o prédio, que leva o nome de Adilson Emir Santos. Depois foi a vez da inauguração das salas da Escola de Negócios, que passam a levar os nomes de Wilson de Matos Silva (reitor da Unicesumar, com participação ativa na ACIM), Fernando Ferraz (fundador da FA Maringá que desde 1976 participa da Associação Comercial e foi representado pelo filho Carlos Ferraz), Ariovaldo Costa Paulo (fundador da Arilu Distribuidora e ex-presidente da ACIM), Carlos Alberto Tavares Cardoso (diretor-presidente da Companhia Sulamericana de Distribuição e ex-presidente da ACIM) e Atair Niero (ex-presidente da Associação Comercial). No primeiro andar, o Inovus leva o nome de Espaço Michel Felippe em homenagem ao empresário que foi dono do Hospital Santa Lúcia e presidente da Somaco – ele é avô do presidente da Associação Comercial e pai da presidente do Instituto ACIM, Nádia Felippe. No segundo andar Gastão de Mesquita Filho foi homenageado com a antessala – ele foi engenheiro civil e principal executivo da Companhia de Terras Norte do Paraná, responsável pela implantação de Maringá. Como é falecido, quem recebeu a homenagem foi o neto Christiano Mesquita. Também no segundo andar receberam os nomes de salas Sidney Meneguetti, o presidente mais jovem da Associação Comercial e representado, na cerimônia, pelo filho Samuel Meneguetti; e Raymundo do Prado Vermelho, advogado e ex-presidente da entidade que deu nome à sala da superintendência. A cerimônia teve o patrocínio de Certezza Consultoria Empresarial, Cocamar, Cooper Card, Fomento Paraná, Humana Saúde, Maringá Park, Sancor Seguros, Sicoob, Unicesumar e Uniprime.   Tour O prédio onde funciona a Associação Comercial é histórico, data de 1954. A entidade funciona no local desde 2002, na gestão de Jefferson Nogaroli, mas antes, em 1999, passaram a funcionar ali o Sicoob, Casa Mercosul (hoje Instituto Mercosul) e entidades ligadas à ACIM. Em 2011, o prédio foi reformado durante a gestão de Adilson Emir Santos. São quase 4 mil metros distribuídos em três andares, para o atendimento e a prestação de serviços aos quase 5 mil associados. Lá trabalham cerca de 60 colaboradores, além das equipes de entidades parceiras, que recebem apoio institucional. Os associados estão convidados a conhecer e usufruir da estrutura e podem agendar um tour pelo telefone (44) 3025-9595.

Uma jornada em grupo para o conhecimento
Uma jornada em grupo para o conhecimento

Núcleos do programa Empreender atestam que busca por qualificação e reciclagem de informações pode ser feita em grupo; isso se traduz em transparência e aumento da qualidade dos serviços   Maior programa do gênero da América Latina, o Empreender da ACIM tem 60 núcleos setoriais e multissetoriais e quase mil participantes. Acompanhados por consultores, os micro e pequenos empreendedores associados à ACIM participam de reuniões periódicas com empresários dos mesmos interesses, em núcleos. E os resultados comprovam que a união e a troca de experiências são positivas. Tanto que o programa completará, em novembro, 21 anos repleto de histórias de sucesso. Para os empresários que não fazem parte, basta entrar com contato com a equipe da ACIM pelo 0800 600 9595. E se não houver um núcleo de determinado segmento, os consultores da ACIM ajudam a criar. E aqui fica um convite: venha conhecer este programa que é destacado internacionalmente. A reportagem mostra núcleos que, unidos, estão superando os desafios da formação de mão de obra, atualização de conhecimentos e de transparência junto aos clientes.   Selo atesta ambiente controlado A exigência dos clientes com a higienização dos salões de beleza e dos materiais usados pelos profissionais ficou ainda mais rigorosa com a pandemia. Diante das dúvidas sobre como oferecer mais segurança, otimizar o fluxo interno e atestar o ambiente controlado, proprietários de salões de beleza usaram uma fórmula que já conheciam - a união - e criaram um selo de biossegurança. O processo incluiu treinamento de três meses sobre cuidados com equipe e clientes, higienização de equipamentos e organização. Depois de ministrar um curso, um agente aposentado da Vigilância Sanitária, contratado pelo grupo, prestou consultoria individual para os salões com orientações sobre procedimentos de segurança para o ambiente, equipe e clientes. Por fim, os estabelecimentos receberam um selo que atesta as boas práticas. Dos 18 salões que integram o núcleo do Empreender, dez foram certificados no início de agosto como forma de validar a qualidade de seus negócios e a garantia de mais segurança aos clientes. Um desses estabelecimentos é o Salão Dubai, de Rhayd Galli. “Depois da consultoria, reorganizamos os espaços, eliminamos materiais não utilizados, como carrinhos auxiliares, e ensinamos como encontrar os cadastros dos produtos na Anvisa pelos rótulos”, comenta Galli. O treinamento deve continuar nos próximos anos. Quem possui o selo poderá participar das próximas edições para aprimorar processos. Para isso, anualmente o selo mudará de cor, para que os clientes possam acompanhar o desempenho das empresas e cobrar avaliações atualizadas sobre a qualidade do serviço. “Além de unir os profissionais de beleza, o núcleo tem levado informações sobre segurança tanto para os profissionais quanto clientes”, afirma o empresário.   Aperfeiçoamento Diante do grau elevado de especialização para consertos de veículos e da dificuldade de fazer a gestão de uma oficina, os empresários que integram o Núcleo Setorial Automotivo decidiram que a melhor forma de superar as dificuldades era correr atrás de conhecimento, e unidos. Assim o diga Ângelo Martins Junior, da Automecânica Maestro. Ele conta que desde a criação do núcleo em 2000, o primeiro da ACIM, o mercado mudou bastante. “Os veículos tiveram evolução tecnológica, que exige do profissional estudo e utilização de aparelhos específicos para diagnóstico de falhas e ajustes. Por isso, está difícil contratar profissionais com esse perfil. Se antes podíamos contratar jovens com 15 anos, hoje não é possível nem contratar estagiário por causa da periculosidade do trabalho. Isso dificulta encontrar mão de obra especializada”, detalha. Para ajudar a superar isso, o núcleo oferece anualmente curso básico de mecânica aberto à comunidade. “Essa capacitação pode atrair profissionais de outros setores, como a construção civil”. O grupo também investe no aprimoramento. “Se tenho um funcionário com pouca experiência, preciso treiná-lo”, pontua. A falta de mão de obra é uma constante, tanto que é a principal reclamação apontada pelos integrantes em pesquisas feitas para direcionar o trabalho do grupo que se reúne quinzenalmente. E pelo menos uma reunião por mês acontece na oficina de um dos membros para incentivar a interação e a troca de experiências. Para aumentar o grau de especialização das equipes, já foram feitas capacitações sobre caminhonetes a diesel, câmbio e injeção eletrônica, algumas ministradas pelos próprios membros do núcleo e outras por especialistas. A gestão das oficinas também pautou cursos e o grupo fez viagens técnicas e promoções nas redes sociais.   Padronização de processos A gestão de processos de rotina e financeira tem sido uma das pautas do trabalho do núcleo dos Corretores de Seguros. Como o corretor precisa elaborar a proposta de seguro para o cliente e depois encaminhar o documento para a seguradora emitir a apólice, torna-se importante o constante aprimoramento juntamente à equipe de apoio. “O corretor é por natureza consultor e vendedor na mediação entre o cliente e a seguradora ao oferecer uma proteção financeira adequada. As necessidades vão desde seguros para bens patrimoniais, pessoais, previdenciários, obrigações contratuais em geral e cibernéticos”, explica Ricardo Vieira Ausek, da RPS Administradora e Corretora de Seguros, com 30 anos de existência e operando todas as modalidades de seguros. O núcleo do qual Ausek faz parte há 12 anos ajudou a criar um padrão de trabalho para as empresas do grupo do Empreender, por meio da troca de experiências, atividades de capacitação e ações comerciais conjuntas. Isso propiciou um relacionamento estreito, de respeito e alinhamento na padronização de processos e serviços. As empresas corretoras investem em conhecimentos sobre abordagem e elaboração de propostas com foco nas necessidades dos clientes. No âmbito do conhecimento e aprimoramento pessoal foram diversas atividades. “Uma palestra que marcou foi sobre gestão do tempo. Não temos horários definidos, trabalhamos muitas vezes em conformidade com as necessidades dos clientes e segurados. Portanto, gerenciar e utilizar o tempo fazem toda a diferença na qualidade de vida”, relata. Com encontros quinzenais, o grupo tem trabalhado ainda a formação de mão de obra. Devido às necessidades dos funcionários das empresas, principalmente no que se refere ao conhecimento das ferramentas utilizadas em home office, estão sendo planejadas capacitações. Ausek conta que isso foi percebido graças à elaboração de um formulário respondido pelos funcionários das empresas, com apontamentos sobre pontos fortes, fracos e sugestões para eventuais aprimoramentos.   Crescimento em conjunto Proprietário da Inove Ferramentaria, que oferece serviços de manutenção e fabricação de moldes para injeção de plástico, Rodrigo Teodoro Pardinho troca experiências com os ‘concorrentes’ e empresas de atividades relacionadas. Nas reuniões do Núcleo de Transformadores de Plástico, o grupo fala sobre fornecedores, padronização de processos e dificuldades típicas do setor. Sentados à mesma mesa ou em reuniões online, é possível crescer com as empresas do segmento. Convidado por outro participante, Pardinho está há quatro anos no grupo e já participou de diversas capacitações, como apresentação sobre marketing, prospecção de clientes, gestão e finanças. “Os encontros nos capacitam enquanto gestores, ajudam a formar equipes e há também indicação de contatos. Podemos contar com o associativismo”, comenta. Ele também destaca as parcerias com o Sebrae e o Senai que possibilitam treinamentos e consultorias, contribuindo para a formação de mão de obra do setor. Entre essas capacitações uma marcante ensinou sobre organização, produção e definição de cargos e salários. Desde que entrou no grupo, Pardinho tem registrado aumento no faturamento. Otimista com os negócios, ele vai mudar a empresa para novo endereço em fevereiro do ano que vem, com 600 metros quadrados.   Crédito da foto: Ivan Amorin

Negócios com um toque feminino
Negócios com um toque feminino

Donas do próprio empreendimento em Maringá, mulheres mostram trajetória de superação e esperança   O Paraná possui 549.572 empresárias, sendo que 45% atuam no setor de serviços. Do total de negócios no estado, elas estão no comando de 34%. Uma característica das paranaenses é a dedicação para fazer a empresa própria dar certo, tanto que o tempo investido ultrapassa 40 horas por semana para 47% das empreendedoras. Os dados são do estudo do Sebrae intitulado ‘Empreendedorismo Feminino no Brasil’, que traçou o perfil das empresárias brasileiras até o terceiro bimestre de 2020, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). No universo de mulheres empresárias, a superação parece ser outra característica comum. É o que três empreendedoras de Maringá deixam evidente quando contam suas histórias. Uma delas é Odilia da Silva Dossi, empreendedora e sócia de uma factoring (fomento mercantil ou comercial). Depois de perder a mãe aos três anos, Odilia foi criada pelo pai e irmãos, no estado de São Paulo. A fome bateu à porta da família de 12 filhos e, para ajudar, aos 12 anos ela começou a trabalhar como empregada doméstica. “Ou a gente vencia, ou vencia. Não tínhamos escolha. Tive muito respaldo dos meus irmãos”, diz. A empresária sempre teve sede de mudança e contou com o apoio do marido na jornada empreendedora. Trabalhou como ajudante de costureira até que conquistou um emprego como bancária. Ainda em São Paulo, cursou desenho arquitetônico, depois, na década de 1990, mudou-se com o marido para a Cidade Canção para trabalhar como desenhista. Um ano depois iniciou Administração na Universidade Estadual de Maringá (UEM), período em que foi secretária e gerente em um shopping atacadista, de onde saiu para assumir um estágio na área de administração. “Tive poucos contratos em carteira. Com 32 anos entrei na UEM. Surgiu uma oportunidade de estágio em uma empresa de factoring, onde fui secretária. Com o tempo, assumi como sócia gerente”, conta. Odilia está com o sócio na empresa desde 2015 e responde pela área comercial. “Foi tudo de degrau a degrau. Sou grata à minha família e a todas as pessoas que me deram apoio. O ACIM Mulher também ajudou, não tem como não agradecer”, destaca ela, que integra o conselho de mulheres empresárias e executivas da Associação Comercial. Atualmente, a pandemia impõe as principais preocupações. A empreendedora perdeu clientes, mas não perdeu a vontade de lutar e superar mais esse desafio. “Não há nada a lamentar, mas a agradecer a Deus. Acredito que não é por acaso que estou nesta jornada”, diz.   Coragem Do italiano, Sorelle Dolci significa ‘doces irmãs’. É este o nome da confeitaria afetiva que Michele Ghezzi abriu em parceria com a irmã, Cris, em 2018. Atualmente, Michele segue sozinha no negócio, que é a realização do sonho de ter uma empresa familiar. A decisão de empreender, no entanto, exigiu a quebra de crenças, como a de que arriscar não era opção, já que um emprego significa renda mensal garantida. Mas foi um duro desafio que provocou mudanças profundas na forma de Michele ver a vida. No final de 2017, ela foi diagnosticada com câncer de mama e recebeu o primeiro atestado para iniciar o tratamento. “Naquele momento me perguntei: ‘Senhor não foi à toa que permitiu que eu tivesse essa doença, que propósito tem para mim?’. Rapidamente veio a resposta e decidi que não iria me abater, que procuraria fazer algo que estivesse ao meu alcance para tornar mais leve para mim, meu esposo e filha o ano mais difícil que passaria na vida”, conta. Enquanto passava pelo tratamento, que incluiu quatro cirurgias, 12 sessões de quimioterapia e 35 sessões de radioterapia, Michele encontrou na gastronomia uma fonte de alegria. Logo procurou o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e fez um curso rápido de preparo e decoração de bolos. “Depois do curso, fui fazer um bolo confeitado e, surpreendentemente, saiu bem bonito, até para ser comercializado. Fiquei feliz e motivada. Definitivamente, encontrei o propósito. Durante o tratamento, segui fazendo cursos, me capacitando. Naquele ano, fiz bolo de aniversário para a família toda, meu presente era o bolo e desta forma aprimorei técnicas e desenvolvi habilidades.” Hoje a Sorelle atende por encomenda, com entregas ou retirada no local. A loja, no Jardim Dias, oferece bolos caseiros, confeitados e personalizados, doces, salgados, sobremesas e lembrancinhas comestíveis. Michele trabalha na cozinha, e o esposo e a sogra assumem o segundo turno na empresa. A satisfação é uma mistura de ter vencido a doença, aberto o próprio negócio e de ver a vida mudar para melhor. É isso que dá ânimo para Michele aprender sobre gestão financeira, marketing e inovação na hora de vender. “Sou uma gestora que precisa criar processos, ter disciplina e cuidar do próprio negócio. E tenho planos. Ainda quero uma confeitaria tradicional, familiar. Hoje posso dizer que vivo a minha paixão”, completa.   Sonho Vera Lucia da Silva veio de Londrina para Maringá, em 2020. Lá, como microempreendedora individual, ela produzia para uma facção, onde já havia ficado dois anos como pilotista, com uma média de 2,5 mil camisas por mês. Entretanto, um problema financeiro na indústria afetou de forma significativa o trabalho de Vera, que decidiu prestar serviços de mão de obra em Maringá. “Sou divorciada e sempre tive vontade de mudar para Maringá. No recomeço, tomei a decisão de concretizar esse plano, com o apoio dos meus filhos”, conta. Em Maringá, Vera dedicou-se ao sonho de fazer dar certo uma marca própria, a V-Kmisaria, no mercado desde 2019. Usou o Mercado Livre, o Enjoei e outras plataformas para vender camisas. A procura e o feedback deram ânimo para seguir em frente. Atualmente, ela ainda presta serviço de mão de obra, mas já comercializa 150 camisas por mês. “Em março, veio a pandemia e fechou tudo. Não conhecia nada, não tinha rede de contatos, mas, pela internet, consegui clientes em São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, até as pessoas começarem a pedir novamente”, diz Vera. A empreendedora comenta que por causa da pandemia não teve tempo de visitar lojas para apresentar o produto, mas a ideia é expandir as vendas e contratar um vendedor. Hoje ela trabalha sozinha, mas contrata ajudantes, quando necessário. O serviço de modelagem e corte são feitos por outros profissionais. Agora o foco está nos preparativos para lançar um novo segmento de roupas, a modinha feminina. Vera já está planejando fotos com modelo para o Instragram e outras redes sociais, enquanto fabrica as primeiras peças. “Consegui uma linha de crédito via Noroeste Garantias, investi em maquinário, tecido e registrei minha marca, que era um sonho”, conta. “Foi um desafio fortalecer uma marca em plena pandemia. Mas tenho fé e disposição para lutar. Além disso, estou esperançosa com o avanço da vacinação em Maringá e que isso possa trazer tempos melhores”, frisa.   ACIM Mulher: aprendizado e rede de apoio Desde 1985, Maringá conta com uma frente de trabalho composta inteiramente por mulheres, cuja missão é “representar os interesses e fortalecer as empresárias de Maringá, promovendo benefícios à comunidade”. Braço feminino da Associação Comercial, o ACIM Mulher – Conselho da mulher empresária e executiva, é integrado por 50 mulheres de diversos segmentos e representantes de entidades. Segundo a presidente do ACIM Mulher, Cláudia Michiura, o trabalho consiste em promover eventos que valorizam e capacitam mulheres que estão à frente de seus negócios. O conselho segue um calendário anual de eventos, que inclui, por exemplo, o prêmio ACIM Mulher para “valorizar a mulher empresária, voluntária e executiva”. Outras ações são visitas técnicas nacionais e internacionais para buscar modelos de gestão e exemplos do dia a dia de negócios comandados por mulheres. “Também são feitas visitas técnicas em empresas e palestras focadas em gestão. Além disso, temos eventos beneficentes, já que além de promover o aprendizado, doamos tempo e recursos para quem precisa. Estamos ainda inseridas na prefeitura e atuamos em diversas frentes de trabalho da ACIM”, acrescenta. Para lidar com os desafios impostos pela pandemia, o conselho passou a realizar reuniões virtuais com a participação de palestrantes que capacitam as mulheres para cuidar e aprimorar os negócios durante este período. O grupo se reúne semanalmente.   Crédito da foto: Ivan Amorin


ACIM - ASSOC. COM. E EMPRESARIAL DE MARINGÁ, CNPJ 79.129.532/0001-83, RUA BASÍLIO SALTCHUCK, 388 CEP 87.013-190 CENTRO - MARINGÁ PR

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